22 de agosto de 2026 · 4 min de leitura
BTU é a unidade que mede quanto calor o aparelho consegue retirar do ambiente por hora. Quanto maior o número, mais capacidade de refrigeração — e a pergunta certa não é "qual o maior que cabe no orçamento", e sim "qual é o tamanho certo para esta sala".
O que entra na conta
- Área do ambiente (largura × comprimento, em m²). É a base de tudo.
- Incidência de sol: um cômodo com sol direto à tarde pede mais capacidade do que um voltado para a sombra.
- Pessoas que ficam no ambiente ao mesmo tempo — cada uma gera calor.
- Aparelhos que esquentam: TV grande, computador, geladeira, forno.
Regra prática usada no mercado: cerca de 600 BTUs por m² em ambientes na sombra e 800 BTUs por m² com sol direto, somando uma parcela por pessoa extra e por equipamento que dissipa calor. O resultado sobe para a capacidade comercial mais próxima (9.000, 12.000, 18.000, 24.000, 30.000 ou 36.000 BTUs).
Por que errar para menos é ruim — e para mais também
Um aparelho pequeno demais trabalha o tempo todo, não atinge a temperatura e consome mais do que deveria. Um grande demais liga e desliga em ciclos curtos, gela rápido mas desumidifica mal — a sensação é de ambiente abafado mesmo frio.
